A história da
vida de John Lennon narrada pelo ponto de vista do próprio músico. Este é o
conceito de “Lennon: The New York Years”, história em quadrinhos que deve ser
lançada pela IDW Publishing até o fim de maio.
Adaptado do
livro escrito por David Foenkinos, o lançamento imagina Lennon contando a
sua história para um terapeuta que vivia em seu prédio.
Enquanto ainda
não há previsão para a chegada desta história em quadrinhos aqui no Brasil,
você pode aproveitar esse trailer fresquinho para saber o que vem por aí!
Enquanto o Brasil ainda está se preparando para receber a
Comic Con deste ano, a edição de Nova York já se encerrou e revelou várias
surpresas para o público nerd, incluindo uma história em quadrinhos de John
Lennon.
Foto: divulgação
A Graphic Novel foi anunciada no dia 9 de outubro, último
dia do evento e aniversário do Ex-Beatle, que estaria comemorando 76 anos.
Batizada de “Lennon”, a história é uma adaptação de um livro
escrito em 2010 por David Foenkinos, que imagina o artista em uma consulta com
seu terapeuta. Os textos são de Eric Corbeyran e as ilustrações ficaram por
conta do francês Horne.
“Lennon” deve ser lançada no mês de maio para todo o Reino
Unido.
O assassino
de John Lennon, Mark David Chapman, teve seu pedido de liberdade negado pela
nona vez, desde que foi classificado como passível de ser liberto em dezembro do
ano 2000.
De acordo com
a BBC News, Chapman teria dito em seu pedido de liberdade que finalmente
aceitou que seu crime foi “premeditado, egoísta e maligno”.
O assassino,
que hoje tem 61 anos, permanecerá na prisão de segurança máxima de Wende, no
estado de Nova York, por pelo menos mais dois anos, quando poderá fazer um novo
pedido de liberdade.
Faz 34 anos
que o dia 8 de dezembro se tornou uma data triste. E não é triste apenas para
os fãs de rock, mas para todas as pessoas que sonhavam com dias de paz. Pois há
34 anos, John Lennon foi covardemente assassinado. Mas seu legado e suas
mensagens de esperança sempre foram (e sempre serão) grande demais para morrer.
A história e
as músicas de Lennon marcam profundamente qualquer um que se disponha a
escutá-las. Deixou marcas mais fortes ainda, naqueles que o conheciam de
verdade, como Paul McCartney.
No último sábado,
McCartney falou sobre a morte de seu amigo no programa de Jonathan Ross. “Eu
estava em casa quando ele morreu. Eu recebi um telefonema e foi horrível. Eu
não conseguia aceitar que ele tinha partido, que eu não o veria mais. E o cara
que fez isso foi o rei dos idiotas.”
Assista ao
vídeo da entrevista.
Paul está
trabalhando duro para divulgar sua nova música “hope For the Future”, que foi tema do vídeo-game Destiny. Mas hoje,
quero dar espaço à uma das homenagens mais belas e sinceras feitas para John,
com todo amor que um amigo pode sentir. Fiquem com “Here Today”.
Eu não conheci John Lennon. Nasci muito tempo
depois de sua morte, mas mesmo assim, desde pequeno, ouço todas as suas
músicas e tento cantar junto. Vejo seus vídeos na internet e esqueço que já faz
algum tempo que eles foram gravados.
Desde sua adolescência, John tinha um sonho de
montar uma banda e ficar tão famoso quanto os caras que apareciam na TV tocando
Rock n’ Roll. O jovem fez tudo o que podia para que isso acontecesse, nunca
deixou de correr atrás de seus sonhos. Noto isso toda vez que escuto os
primeiros discos dos Beatles, onde John canta aquelas músicas dando tudo de si,
como se quisesse provar ao mundo que ele conseguiu o que queria, e que ainda
poderia chegar mais longe.
Realmente não há dúvidas de que Lennon conseguiu
chegar mais longe. Sua morte prematura não o impediu de ensinar e agradar as
próximas gerações. Depois de seu assassinato todos começaram a entender, com
mais clareza, a importância de sua luta pela paz.
Se John estivesse vivo, completaria 73 anos hoje, e ele não poderia receber presente melhor do que perceber que seu legado ainda
continua vivo na vida das pessoas, que suas músicas ainda são ouvidas no mundo
todo e que, mesmo no meio de tanto caos, ainda existem aqueles que lutam pela
paz.
Imagine-se em um universo paralelo, e muito
sombrio por sinal, onde John Lennon não conheceu Paul McCartney, George
Harrison nem Ringo Starr, e, portanto, nunca formou os Beatles ou experimentou
o gostinho da fama.
Mas é óbvio, que em qualquer universo John
Lennon seria um cara genial e nunca desistiria da ideia de tocar para o mundo
inteiro. Então, na esperança de realizar seus sonhos, John se inscreveu no The
Voice.
Assista ao vídeo e agradeça por vivermos em
uma realidade bem diferente!
Como todos
sabem, John Lennon e Paul McCartney não nasceram famosos, nem iniciaram sua
carreira lotando estádios de beisebol. Eles começaram de baixo, tocando músicas
de Rock n’ Roll da sua época, e faziam isso em pequenos bares e pubs.
Daí pra frente a história é conhecida. Os
Beatles surgiram, mudaram o jeito de fazer música, de se comportar, de pensar,
e infelizmente, se separaram.
Nesse ponto, a música já havia se transformado
completamente, já não se ouvia mais os pioneiros do Rock tocando nas rádios.
Pelo menos não com muita frequência. E foi aí, que John e Paul, cada um em uma
época diferente, quiseram mostrar que esses artistas não foram esquecidos, que
suas músicas continuavam atuais e influenciavam muita gente ainda.
Em 1975, John Lennon fez um álbum chamado Rock
‘n’ Roll, que continha várias músicas das décadas de 50 e 60. Não tem uma
música nesse álbum que não tenha ficado genial na voz de John.
E em 1999 foi a vez de Paul McCartney homenagear
os artistas que o influenciaram. Para isso ele fez um concerto no Cavern Club,
bar de Rock n’ Roll que ficou conhecido por ser onde os Beatles iniciaram sua
carreira musical. Juntamente com David Gilmoure (Pink Floyd) e Ian Paice (Deep
Purple), Paul conseguiu lotar o bar e promover seu novo disco, Run Devil Run,
que também continha músicas da época de ouro do Rock.